
Professor de educação física, 32 anos de idade, em plena forma física e com um alto nível técnico dentro de campo. Seria esse o perfil de um árbitro em evidência? Na teoria sim, porém na prática a coisa é bastante diferente. Raphael Claus tem isso tudo, mas mesmo assim foi de forma inexplicável deixado de lado das escaladas da Cbf em 2011. Enquanto no campeonato paulista o árbitro apita clássicos e jogos importantes, no campeonato brasileiro a realidade se contrasta. A Conaf ao invés de dar oportunidade ao melhor árbitro de São Paulo, na série A, o colocou em jogos nas séries adicionais sem qualquer tipo de critério. Engraçado que a mesma coisa não acontece com um árbitro da Bahia, que vez e outra aparece em programas de fofocas na televisão. Este sim serve para apitar na série A, enquanto Raphael Claus, que possui uma conduta completamente diferente e nunca se envolveu em polêmicas pessoais, apenas é aproveitado em jogos inexpressivos.
Pelos colegas ele é tido como um árbitro gente boa. Pelos dirigentes de São Paulo, Claus é apontado como um profissional dedicado e 100% sério. As atividades de 2012 já começaram e completamente motivado para encarar mais uma competição importante na carreira, o juizão vem forte para defender o segundo título consecutivo de melhor árbitro de São Paulo. Com um preparo físico exuberante, em seus jogos quase não surgem problemas e isso facilita o trabalho da arbitragem ao longo da partida. Duro na parte disciplinar, Raphael Claus não costuma levar desaforos pra casa e sempre que necessário, se impõe no campo de jogo. O Voz do Apito espera que em 2012 as coisas mudem e sugere que a Conaf olhe com mais carinho para este profissional em potencial, que merece melhores oportunidades a nível nacional.
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